História da Clarisse

O planejamento do parto de nossa pequena Clarisse começou logo após a chegada de nosso primeiro filho Miguel, em 2011, que se deu através de uma cesariana. Após vivenciar a experiência do parto pela via cirúrgica, decidimos que, na gravidez do nosso segundo filho, tentaríamos um parto normal. Para isso, seria necessário encontrar uma médica verdadeiramente disposta a acolher a nossa opção e, ainda, que tivesse a segurança e a competência necessárias para tanto. No final de 2012, decidimos, então, que tentaríamos engravidar do nosso segundo filho e não hesitamos em procurar a Dra. Carolina Mocarzel. Nós a havíamos conhecido nas ultrassonografias no nosso primeiro filho, através da indicação de minha irmã Juliana, que, na época, cursava a Faculdade de Medicina da UFRJ e teve a oportunidade de ser orientada por esta excelente médica na Maternidade Escola. Lembrávamos que, já naquela época, os próprios alunos da renomada Faculdade de Medicina da UFRJ já davam ótimas referências sobre esta jovem médica, sendo que tais referências foram rapidamente confirmadas por nós, seja pelo jeito meigo e carismático de nos atender, seja pela competência e segurança que demonstrava ao analisar os casos que lhe eram encaminhados. Engravidamos em setembro de 2013, de uma menininha (nossa Clarisse) e a Dra. Carolina foi extremamente atenciosa durante o todo o período pré natal, apoiando e estimulando, de forma sincera, a nossa opção de receber a pequena Clarisse através do tão sonhado parto normal. Tudo isso, fez com que nós nos sentíssemos cada vez mais seguros em relação à via de parto que havíamos escolhido, bem como em relação à profissional que escolhemos para acompanhar este momento tão delicado de nossas vidas. No dia 29 de maio de 2014, às 23h15min, ainda com 37 semanas de gestação, a bolsa rompeu e ligamos imediatamente para a Dra. Carolina. A partir dali, tudo aconteceu de forma muito rápida. Fiquei muito contente, apesar das dores, estava mais próxima do que nunca do tão sonhado parto normal, meu corpo correspondia às minhas expectativas com muita intensidade e celeridade. Ao chegarmos à Maternidade Perinatal já era quase meia noite, momento em que ligamos novamente para a Dra. Carolina, e lhe dissemos que as contrações estavam muito fortes e com intervalos de 5 minutos entre elas. Ao ouvir estas informações, a Dra. Carolina disse de forma alegre e tranquila: “Era tudo que queríamos, seu corpo está trabalhando rumo ao parto normal”. Fomos atendidos na emergência e foi uma correria danada, pois acharam que a dilatação já estava quase total, motivo pelo qual resolveram me encaminhar sozinha para a sala de parto. Entretanto, graças a Deus e ao fato de a Dra. Carolina ter corrido descalça pela portaria de seu prédio para chegar rapidamente ao hospital e, também graças ao fato de nossos parentes terem saído às pressas de uma peça de teatro para poderem ficar com o nosso filho Miguel, tudo deu certo e chegaram todos na sala de parto: a Dra. Carolina, o meu marido Raphael e a Juliana, minha querida irmã pediatra, trio fundamental para o meu trabalho de parto, haja vista o conforto físico e emocional que me proporcionaram o tempo todo. A Dra. Carolina me deixou muito tranqüila e me apoiou durante todo o tempo me estimulando a encontrar a posição em que eu ficasse mais à vontade e confortável, além de monitorar a mim e meu bebê de perto, de forma a evitar uma analgesia precipitada e o consequente desestímulo do trabalho de parto. Fiquei durante um tempo na banheira com água quente e recebendo massagens nas costas do meu marido, o que me gerou muito conforto, até que fui para a cama e recebi a analgesia. Assim, com o auxílio da Dra. Carolina (após alguns toques, mudanças de posição e palavras de conforto e confiança) de minha irmã e de meu marido consegui atingir a dilatação total. Havia chegado o momento tão esperado e eu nem acreditava, eu estava no período expulsivo. Tinha sonhado em viver o parto da minha filha dessa vez de uma forma diferente, queria sentir a intensa força da natureza sobre mim, queria ver e sentir a minha filha saindo de dentro mim e abraçá-la ainda ligada ao meu corpo pelo cordão umbilical, queria participar ativamente desse processo, queria até mesmo ver e sentir a saída da minha placenta, eu queria viver todo o parto naturalmente, e assim foi. Às 2h18min do dia 30 de maio de 2014, após um trabalho de parto de apenas três horas, recebi a minha filha nos meus braços através das mãos da querida Dra. Carolina, em relação a quem tenho muita gratidão por esse momento tão especial. Conseguimos, eu, minha pequena Clarisse, Dra. Carolina, meu marido Raphael e a minha irmã Ju. Obrigada Dra. Carolina por toda a competência e atenção durante o nosso pré natal, por apoiar desde o início a nossa opção de parto e por fazer com que tudo isso fosse possível.

Voltar
Fechar Menu